Arquidiocese de Botucatu

Liturgia Diária

Paróquia Nossa Senhora Consolata – São Manuel

Paróquia Nossa Senhora Consolata – São Manuel

Rua Waldomiro de Abreu Izique, 170 - Jardim Melita - São Manuel

Telefone: (14) 3841-6068

paroquianossasenhoraconsolata@gmail.com

Criação da Paróquia: 08 de fevereiro de 2008

Festa da Padroeira: 20 de Junho

Pároco: Pe. Adauto José Martins


Segunda Feira

19h30 – Grupo de oração.

Terça Feira

19h30 – Grupo de oração na Capela Nossa

Senhora de Fátima / 20h – Terço dos

homens na Paróquia Nossa Senhora Consolata

Quarta Feira

15h – Missa e Novena Perpétua de Nossa

Senhora Consolata, na Matriz Consolata /

19h30 – Missa na Capela Nossa Senhora

de Fátima – Missa das famílias com

bênçãos.

Quinta Feira

7h30 – Lectio divina – Leitura Orante da

Palavra / em seguida Adoração ao Santíssimo e confissões

das 7h30 / 15h as 17h – Grupo de

oração / às 19h / Benção do Santíssimo e

Missa das Graças as 19h:30 na Matriz

Nossa Sra. Consolata.

Sexta Feira

19h30– Missa na Matriz Consolata.

 

Sábado

18h – Missa na Capela Nossa Senhora de

Fátima

 19h30 Missa na Matriz

 

Domingo

8h – Missa na Capela Nossa Senhora de

Fátima

9h30 – Missa na Matriz Consolata

11h00 – Missa no terceiro domingo

na Capela Santa Maria Goretti (Toledo) /

17h – Missa no quarto domingo na

Capela Santa Cruz (Bairro dos Machados)

18h e 19h30– Missa na Matriz Consolata.

 

1ª Sexta feira do mês

18h30 – Hora Santa

 19h30 Missa ao Sagrado Coração

na Matriz Consolata.

Curso de Batismo

1º Domingo do mês na Paróquia Nossa Senhora Consolata – 10h30

3º Domingo na Capela Nossa Senhora de Fátima – 09h00

Batismo

2º Domingo do mês Matriz Nossa Senhora Consolata – 09h30 

Direção Espiritual– Agendamento na secretaria

Confissões toda quinta feira ou agendamento paroquial

Expediente Paroquial

Segunda feira – 13h00 as 17h00 hs

Terça feira a Sexta Feira – 09h00 – 11h00 das 13h00 – 17h00

Sábado – 09h00 – 11h00

História de Nossa Senhora Consolata

A devoção para com Nossa Senhora Consolata (ou Consoladora dos Aflitos) surgiu em Turim (norte da Itália), na metade do século V. Segundo uma tradição alicerçada em sólidos fundamentos, o quadro de Nossa Senhora Consolata foi trazido da Palestina por Santo Eusébio, Bispo de Vercelli, que o doou a São Máximo, Bispo de Turim. São Máximo, por sua vez, no ano 440, expôs o quadro à veneração dos fiéis de Turim, num altarzinho erguido no interior da igreja do Apóstolo Santo André.

O povo, a convite do seu Bispo, começou a venerar a efígie daquele quadro com grande fé e devoção. E Maria começou a distribuir muitas graças, inclusive graças extraordinárias, sobretudo em favor das pessoas doentes e sofredoras. Sensibilizados com o amor misericordioso da Virgem Maria, o Bispo e o povo começaram então a invocá-la com os títulos de “Mãe das Consolações”, “Consoladora dos Aflitos”, e “Consolata” (Consolata é a forma popular de Consoladora).

O quadro de Nossa Senhora Consolata permaneceu exposto à veneração dos fiéis sem sofrer nenhum transtorno, durante quatro séculos consecutivos. Por volta do ano 820 penetrou na cidade de Turim a funesta heresia dos iconoclastas (pessoas que quebravam e destruíam toda e qualquer imagem ou quadro religioso expostos ao culto). Em tal circunstância, temendo que o quadro da Consolata fosse destruído, os religiosos que tomavam conta da igreja de Santo André resolveram tirá-lo do altar do oratório e escondê-lo nos subterrâneos da igreja, esperando que passasse a onde devastadora dos iconoclastas. Mas a perseguição se prolongou por longos anos. As pessoas que haviam escondido o quadro morreram sem revelar o lugar do seu esconderijo. Assim, o quadro ficou desaparecido pelo espaço de um século. Este fato fez com que os fiéis deixassem de frequentar o oratório e perdessem, aos poucos, a lembrança da Virgem Consoladora.

Mas a Divina Providência velava. No ano 1014, Nossa Senhora apareceu a Arduíno, Marquês de Ivréia, gravemente enfermo, e pediu-lhe que construísse três capelas em sua honra: uma em Belmonte, outra em Crea e a terceira em Turim, esta última junto às ruínas da antiga igreja de Santo André, cuja torre ainda permanecia de pé. O Marquês Arduíno milagrosamente curado por Nossa Senhora, logo mandou construir as três capelas.

Ao fazerem as escavações para os alicerces da capela de Turim, os operários encontraram no meio dos escombros o quadro de Nossa Senhora Consolata, ainda intacto, apesar de ser uma pintura em tela. O fato encheu de alegria a população da cidade e a devoção à Mãe das Consolações renasceu mais forte que antes. Parecia que nunca mais se apagaria, mas não foi assim.

As numerosas guerras, as frequentes epidemias que assolavam a região, as invasões, etc., fizeram que muitos habitantes de Turim abandonassem a cidade; com tal situação, a igreja de Santo André e a capela de Nossa Senhora Consolata foram desmoronando aos poucos e tudo acabou novamente num monte de escombros. E o quadro da Consolata, mais uma vez, ficou mergulhado nas ruínas pelo espaço de 80 anos…

Deus intervém de novo, e de forma extraordinária. Em 1104 um cego de Briançon (pequena cidade da França), chamado João Ravache, teve uma visão de Nossa Senhora; a Virgem Maria prometeu devolver-lhe a luz dos olhos se fosse a Turim visitar a sua capela que jazia em ruínas… Lutando contra muitas dificuldades o cego chegou a Turim. O Bispo da cidade, Mainardo, acolheu e ouviu o cego; ciente de que se tratava de um facto real, mandou fazer as escavações no local mencionado pelo cego, de acordo com a indicação que Nossa Senhora lhe dera durante a visão. No dia 20 de Junho de 1104, o quadro da Consolata foi reencontrado sob as ruínas, ainda intacto. O cego, conduzido à presença do quadro, recuperou instantaneamente a vista. O numeroso povo que presenciara ao fato rompeu em brados de alegria. O Bispo Mainardo, comovido, ergueu repetidas vezes esta invocação a Nossa Senhora: “Rogai por nós, Virgem Consoladora!” E o povo respondeu: “Intercedei pelo vosso povo!”

Este episódio consolidou na alma do povo de Turim a devoção para com Nossa Senhora Consolata. A profunda confiança dos fiéis na poderosa proteção da Mãe das Consolações foi sobejamente premiada ao longo dos séculos. Hoje, depois de 15 séculos, no local do primeiro oratório, surge o devoto Santuário de Nossa Senhora Consolata, que se tornou o coração mariano de todo o norte da Itália.

Pe. Adauto José Martins.