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Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu – SP https://arquidiocesebotucatu.org.br Portal Oficial da Arquidiocese de Botucatu Tue, 22 Jan 2019 11:02:49 -0200 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.9 Ninguém é capaz de resistir à força do amor de Deus https://arquidiocesebotucatu.org.br/ninguem-e-capaz-de-resistir-a-forca-do-amor-de-deus.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/ninguem-e-capaz-de-resistir-a-forca-do-amor-de-deus.html#respond Tue, 22 Jan 2019 11:02:45 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50547 O post Ninguém é capaz de resistir à força do amor de Deus apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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O povo de Deus é a família de Deus, e nenhuma família e nenhum povo pode ser composto de uma única pessoa. Não devemos maravilhar-nos de que no povo de Deus tenha pessoas que são fiéis e pessoas que, pela dureza de coração, preferem renegar a Deus e buscar a si mesmo como centro da felicidade e da vida. Muitas vezes diante das dificuldades da Igreja, da família ou da Comunidade, nos escandalizamos; isto acontece por causa da nossa fragilidade e da nossa pouca fé no Deus da vida, que ama e conduz o seu povo por meio dos desertos e noites.

Não devemos ser bons porque os outros são bons, mas porque cremos que o bem deve ser feito, porque tudo o que é bom nasce de Deus. Se nós refletirmos com atenção, iremos nos convencer de uma simples verdade que não se pode contestar: ninguém pode viver sozinho. Eu necessito de você para ser eu e você necessita de mim para ser você”. O que importa é encontrar pessoas certas para o nosso caminho.

Precisamos, como diria Teresa de Ávila, de “amigos fortes de Deus” e amigos fortes, com amizades que não se deixam corromper pelo jogo do dinheiro, do poder e de outras coisas humanas. Os nossos olhos devem estar sempre fixos no Cristo Jesus e nas coisas do alto. A comunidade nasce da vivência das três virtudes teologais, da fé, da esperança e do amor.

O olhar para Deus nos ajuda a compreender que a Comunidade, não é só o resultado de um esforço humano, mas um dom do amor e da gratuidade de Deus, que guia o seu povo e o reúne ao seu redor, para que, vivendo o amor possa acolher a todos os que buscam a paz e a verdade.

Não ficareis em silêncio

Já estamos acostumados a escutar o nosso amigo Isaías, que nas leituras litúrgicas é o mais premente, porque a sua palavra chega ao âmago do nosso ser, e cura as nossas feridas, mas sabe também colocar o dedo nas feridas e recobrar a cada um de nós qual é a nossa missão.

O povo desanima com facilidade e tem necessidade de escutar a voz forte dos pastores que corrigem os defeitos e os animam para retomar o caminho. Hoje em dia, às vezes, buscamos uma linguagem “doce, refinada como açúcar” quando seria necessário que a verdade nunca fosse manipulada e ‘doceficada’. Há na nossa língua brasileira um ditado que é bem significativo e tem sabor bíblico:”pão, pão, queijo, queijo”. Mas na bíblia poderíamos buscar as palavras de Jesus: “Seja, porém, o teu sim, sim! E o teu não, não!”

Deus chama Sua amada, o povo, para deixar todos os ídolos que a destroem e voltar ao seu único Deus e Senhor. Deus resgata não com a força e nem a violência os que ele ama, mas com a misericórdia que seduz. Ninguém é capaz de resistir à força do amor de Deus e nem do amor humano quando é sincero e verdadeiro. A noiva resgatada e amada é a alegria do povo. Esta noiva hoje é a Igreja que deve ser purificada para ser vestida para a festa.

Os carismas são vestidos novos

Deus não é uma máquina de xerox, que faz todas as coisas iguais. Ele é pura criatividade, porque é amor e amor não pode ser repetitivo. Quando o amor se repete perdeu a sua força de inovação e se torna estrutura que mata o espírito. Hoje nós devemos ser muito atentos ao vento do Espírito, que sopra onde quer, como quer e quando quer, e nos socorre em todos os momentos de nossa vida.

A Igreja está mudando continuamente, porque é animada pela força do Espírito, mas os “homens e mulheres de igrejas” que são mais animados pelas estruturas do que pelo Espírito não querem mudar, querem ficar no mesmo caminho. No texto de hoje, temos a chave para compreender como devemos mudar. Os “carismas” são uma força do Espírito Santo, que é infundida em cada batizado, mas deve ser liberada de tantas coisas para agir. Antes de mais nada, devemos ter olhos puros e purificados para ver ao nosso redor que Deus age de maneira maravilhosa em todas as pessoas.

Não há uma pessoa igual a outra, não há um dom como os outros; tudo em Deus é igual e diferente ao mesmo tempo. E você, que dom acha que possui? Perceba esses dons com discernimento de pessoas sábia e coloque-os não ao seu serviço, mas ao da Comunidade. Todos recebem dons de Deus. Não se pode e nem se deve tê-los para uso pessoal.

Transformar a água em vinho

Por que na Igreja os carismas não acabam? Creio que as bodas de Caná da Galileia nos dão uma resposta que eu nunca tinha pensado. Nenhum de nós é vinho puro, é o vinho dos carismas. Às vezes ele parece acabar, mas quando menos esperamos, a intercessão de Maria pela pobreza da humanidade, da Igreja intercede para que este vinho puro do carisma, do amor e da presença de Jesus nunca acabe. É ele, Jesus, quem nos manda encher as nossas “ânforas” vazias com a água da nossa humanidade, da nossa fragilidade, e aí acontece o milagre.

Os carismas do vinho bom, da profecia da solidariedade, do amor, da partilha voltam a existir, a Igreja de hoje se torna melhor que a Igreja de ontem, a vida religiosa de hoje é mais autêntica que a de ontem, mais visível. O vinho da novas Comunidades de hoje
surpreende pelo seu sabor e pela sua força. Quando o vinho acaba, não devemos ter medo, mas devemos ir até Jesus, e aí haverá novo vinho, que vai fortalecendo a cada um de nós.

Tentemos ler as bodas de Caná como a festa dos novos carismas, que são vinho bom que inunda a Igreja e as comunidades. O vinho velho e o novo não são contrários. Cada um tem o seu valor e sua importância. Não se eliminam, mas se completam.

Oração

Virgem Maria, nossa Mãe, como nas bodas de Caná, viste que faltava o vinho vê com amor o vinho que falta hoje, e faz que Jesus transforme a nossa água no vinho bom dos novos carismas, que dê sabor, vida à Igreja de hoje.

Amém.

Por Frei Patrício Sciadini,/i>, OCD, via Comunidade Shalom

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Papa Francisco atenderá confissões de jovens presos durante a JMJ https://arquidiocesebotucatu.org.br/papa-francisco-atendera-confissoes-de-jovens-presos-durante-a-jmj.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/papa-francisco-atendera-confissoes-de-jovens-presos-durante-a-jmj.html#respond Tue, 22 Jan 2019 10:53:10 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50543 O post Papa Francisco atenderá confissões de jovens presos durante a JMJ apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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O Diretor Interino da Sala de Imprensa da Santa Sé, Alessandro Gisotti, anunciou que o Papa Francisco presidirá uma liturgia penitencial e atenderá a confissão de jovens presos durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá.

Na sexta-feira, 25 de janeiro, o Papa Francisco visitará pela manhã o Centro de Detenção de Menores Las Garzas de Pacora onde presidirá uma liturgia penitencial com os jovens detentos e pronunciará uma homilia.

“É a primeira vez em uma Jornada Mundial da Juventude que acontece uma liturgia penitencial em uma prisão”, disse Alessandro Gisotti e destacou que “o Papa quis dar uma atenção especial para estes jovens que não podem sair para participar”.

Assim, o Santo Padre atenderá a confissão de alguns dos detentos, “será um momento de dor, mas também de consolação e esperança”, afirmou Gisotti.

A mensagem do Papa é que “a misericórdia vence tudo”, acrescentou o Diretor Interino e disse que está em sintonia com a pastoral de proximidade às “periferias existenciais” deste Pontificado.

Por esta razão, no dia seguinte, o Santo Padre visitará os pacientes com HIV e AIDS do Lar El Buen Samaritano.

A visita acontecerá no período da tarde aos 15 pacientes e 25 voluntários (psiquiatras, médicos, professores, etc.) deste centro de acolhida que, à luz do Evangelho, fornece um acompanhamento integral e gratuito às pessoas carentes para que possam viver e enfrentar a sua condição.

Neste local, o Papa Francisco também rezará o Ângelus acompanhado pelos jovens do Hospício Malambo, do Centro São João Paulo II para o acompanhamento de dependentes químicos e de álcool, do Lar São José, pertencente às Irmãs da Caridade, e da congregação Kkottongna, dedicada à acolhida de indigentes.

Via ACI Digital

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Cáritas acompanha saga de migrantes venezuelanos que cruzam a fronteira do Brasil https://arquidiocesebotucatu.org.br/caritas-acompanha-saga-de-migrantes-venezuelanos-que-cruzam-a-fronteira-do-brasil.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/caritas-acompanha-saga-de-migrantes-venezuelanos-que-cruzam-a-fronteira-do-brasil.html#respond Tue, 22 Jan 2019 10:39:16 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50539 O post Cáritas acompanha saga de migrantes venezuelanos que cruzam a fronteira do Brasil apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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Debaixo de uma árvore lá estavam os quatro. Era por voltas das 15 horas. Sob o sol forte, com o agravante de ser próxima à Linha do Equador, região que apresenta clima com temperaturas maior em relação a outras. Eles já haviam caminhado aproximadamente 30 quilômetros, saíram de Pacaraima (RR) na tarde do dia anterior. Passaram à noite às margens da BR 174 que liga à cidade de Boa Vista (RR).

A família Martines Gomes tinha percorrido cerca de 690 quilômetros desde San Félix, na Venezuela, até chegar ao Brasil. “Tenemos mucha hambre y sed”, disse Adriana Gomez, 18 anos, ao nos contar que estavam sem forças para prosseguir a caminhada, pois sentiam muita fome e sede, não tinham comido nada naquele dia. Alguém no caminho doou alguns biscoitos, mas estavam reservando para o pequeno José Armando, 3 anos, que no colo da mãe Eglis, 36, tentava sugar o leite do peito, mas aparentava sem força e Eglis disse que não tinha mais leite. Edson, 15 anos, sentado na raiz da árvore, não pronunciou uma palavra. Olhar triste, distante. A intenção da família era chegar a Boa Vista. Pela frente, tinham ainda, aproximadamente, 211 quilômetros.

Assim é a saga de boa parte dos migrantes venezuelanos que cruzam a fronteira entre as cidades venezuelana de Santa Elena de Uairén para a brasileira Pacaraima. Eles fugem da miséria deixada pela crise social, política e econômica de sua terra. Segundo o ACNUR, Agência da ONU para Refugiados e a OIM, a Agência da ONU para as Migrações, o número de refugiados e de migrantes oriundos da Venezuela já atingiu a soma de três milhões de pessoas no mundo todo. Estima-se que cinco mil pessoas arrumem suas malas e saiam do país todos os dias, fugindo do colapso econômico e da crise humanitária que assola a nação.

Países da América Central e do Caribe registram aumento na chegada de refugiados e migrantes venezuelanos. O Panamá, por exemplo, abriga 94 mil venezuelanos atualmente. Mas de acordo com o ACNUR, países da América do Sul acolhem o maior número. A Colômbia abriga mais de um milhão de migrantes e refugiados venezuelanos. Em seguida vem o Peru, com mais de meio milhão, o Equador com mais de 220 mil, a Argentina com 130 mil, o Chile com mais de 100 mil e o Brasil com 85 mil.

No Brasil, entre as cidades de Pacaraima e Boa Vista, foram construídos 13 abrigos com a capacidade para 6.070 pessoas. Calcula-se que cerca de dois mil venezuelanos estão vivendo em situação de rua em Boa Vista. Os desafios enfrentados nesta crise humanitária incluem a falta de abrigamento, acesso a serviços básicos e desconhecimento das leis brasileiras. Os venezuelanos chegam com pouca informação sobre o Brasil. Os desafios de sobrevivência são imensos, a maioria não tem dinheiro para moradia e acabam em situação de rua, famílias inteiras. Há outros agravantes, como a integração e o enfrentamento à xenofobia em um contexto de tensões e polarização política; a qualificação desperdiçada em empregos informais com baixa remuneração; a barreira da revalidação de diploma; a falta de acesso ao aprendizado da língua; a exploração de trabalhos em fazendas, minas de carvão e indústria madeireira.

A migração no mundo – De acordo com o papa Francisco, em sua Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado 2018, o encontro com o outro não para no acolher, mas envolve mais três ações: proteger, promover e integrar. “No verdadeiro encontro com os outros, seremos capazes de reconhecer Jesus Cristo que pede para ser recebido, protegido, promovido e integrado? O encontro com Cristo é a fonte da salvação, uma salvação que deve ser anunciada e trazida a todos”, afirmou o santo padre. “Repetidas vezes expresso especial preocupação pela triste situação de tantos migrantes e refugiados que fogem das guerras, das perseguições, dos desastres naturais e da pobreza. Trata-se, sem dúvida, dum ‘sinal dos tempos’’’, afirma Francisco.

Segundo o ACNUR e Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UN DESA – 2017), ao redor do mundo, 173 milhões de refugiados são deslocados por guerras e conflitos, mais que na II Guerra Mundial. E, para cada grupo de 113 pessoas no planeta, 1 é solicitante de refúgio e 4 são migrantes internacionais ou deslocados internos. 12% da população mundial é constituída de migrantes internos, deslocados, desplazados. No mundo, 13% do total de migrantes são latino-americanos. Na América Latina há 57,5 milhões de migrantes internacionais, já os refugiados são 804 mil. Os deslocamentos internos no continente Americano chegam a 5,4 milhões. 6,1% da população da América Latina é constituída por migrantes internacionais.

Resposta humanitária – Como estratégia de resposta humanitária, o governo brasileiro iniciou em 2018 o processo de interiorização da qual o ACNUR e OIM e entidades da Igreja Católica, demais Igrejas e sociedade civil se somam à iniciativa no processo de integração. Ao todo, 3.077 venezuelanos foram para outras cidades brasileiras. Todos os que viajam com a ajuda do governo e da ONU aceitam voluntariamente participar do processo, são instruídos sobre as cidades de destino, vacinados e devidamente regularizados em suas documentações, inclusive com carteira de trabalho e CPF.

Para garantir “acolhida, proteção, promoção e integração”, a Cáritas Brasileira criou Programa Pana com o apoio da Cáritas Suíça e o do Departamento de Estado dos Estados Unidos. O Pana visa contribuir com a assistência humanitária e a integração de migrantes e refugiados, em especial os venezuelanos, que estão em situação de vulnerabilidade social e que buscam reconstruir a vida no Brasil.

Pana é uma palavra popular na Venezuela que significa amigo/a, parceiro/a, pessoa próxima. E, nesse sentido, a inciativa tem como objetivo, ao longo de um ano, favorecer mais de 3.500 pessoas, sendo, pelo menos, 1.224 delas migrantes venezuelanas, a partir da integração em sete capitais do país: Boa Vista (RR), Brasília (DF), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Porto Velho (RO), Recife (PE) e São Paulo (SP). O programa oferece uma estrutura de acolhimento que passa pela concessão de aluguéis sociais, itens de primeira necessidade — alimentos, roupas, medicamentos, kits de higiene —, bem como apoio jurídico e psicossocial. O Pana conta com parceiros locais, em cada capital, que contribuem para a integração dos migrantes.

Ainda em sua Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado 2018 o papa Francisco também ressaltou que: “Cada forasteiro que bate à nossa porta é ocasião de encontro com Jesus Cristo, que se identifica com o forasteiro acolhido ou rejeitado de cada época. O Senhor confia ao amor materno da Igreja cada ser humano forçado a deixar a sua pátria à procura dum futuro melhor. […] Trata-se de uma grande responsabilidade que a Igreja deseja partilhar com todos os crentes e os homens e mulheres de boa vontade, que são chamados a dar resposta aos numerosos desafios colocados pelas migrações contemporâneas com generosidade, prontidão, sabedoria e clarividência, cada qual segundo as suas possibilidades”.

O ACNUR reforça que o Brasil deve manter as fronteiras abertas, garantindo o acesso ao pedido de refúgio, a identificacao das necessidades de proteção especialmente às pessoas com perfis vulneráveis como crianças, mulheres e idosos. Para a OIM, embora as migrações sejam uma característica natural da humanidade e tenham gerado avanços importantes no desenvolvimento, o foco na segurança dos países receptores, a falta de oportunidades nos países de origem geram uma das maiores crises humanitárias migratórias da história. De acordo com a Doutora em Sociedade e Cultura na Amazônia, Márcia Maria de Oliveira, há alguns paradoxos na questão migratória, “pois permanece a garantia do direito de migrar, contudo as sociedades negam esse direito. A mesma sociedade que produz os meios de expulsão está produzindo o rechaço e a xenofobia”.

Márcia lembra o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, no livro “Tempos líquidos” em que afirma de um lado crescer as economias mundiais e o avanço das tecnologias encurtarem o tempo e as distâncias, de outro lado “cada vez mais, os refugiados se veem sob fogo cruzado, mais exatamente, numa encruzilhada, expulsos à força ou afugentados de seus países nativos, mas sua entrada é recusada em todos os outros”. Ainda segundo Bauman, “as migrações e os refugiados representam um sintoma das desigualdades sociais, das injustiças econômicas, dos processos de exclusão, das guerras, das crises políticas e da escandalosa concentração da economia mundial nas mãos de uns poucos grupos econômicos”. E assim os migrantes são obrigados a movimentar-se, nem sempre por opção.

Os Martines Gomes, que estavam a caminho, na BR 174, conseguiram carona e chegaram até Boa Vista, na tarde daquele mesmo dia. Juntaram-se aos demais 12 membros da família que estavam vivendo em uma casa alugada de três cômodos. Havia grande preocupação, pois só uma pessoa da família estava com empregada. O aluguel estava atrasado e o dinheiro do mês não ia dar para pagar, já tinham recebido aviso que, se não pagassem, seriam despejados.

#Eumigrante – Migrar é um direito humano universal! Migrar diz respeito à mobilidade espacial das pessoas, ou seja, trocar de casa, de cidade, de região, de estado ou país. Esse processo ocorre desde o início da história da humanidade. Uns migram por escolhas, outros são forçados a migrar. O Brasil é formado por movimentos migratórios já com os povos originários, depois, com a chegada dos colonizadores, e, consequentemente com as pessoas que vieram escravizadas. A Pátria, não obstante a investida política contrária, continua acolhendo gente de diversos países que chega em busca de melhores condições de vida. Partindo dessa reflexão, a pedido da Cáritas Brasileira, o grupo da Signis Brasil Jovem criou a campanha #EuMigrante para mostrar a realidade migratória, o drama vivido pelos migrantes venezuelanos que chegam ao Brasil. A campanha quer, também, sinalizar caminhos para ajudá-los no processo de acolhida e integração.

Outras informações, acesse: eumigrante.org

Por Osnilda Lima – Cáritas Brasileira, via CNBB

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O Panamá que espera o Papa Francisco https://arquidiocesebotucatu.org.br/o-panama-que-espera-o-papa-francisco.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/o-panama-que-espera-o-papa-francisco.html#respond Tue, 22 Jan 2019 10:28:49 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50535 O post O Panamá que espera o Papa Francisco apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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As atenções, especialmente do mundo católico, voltam-se nestes dias para o Panamá, pequeno país que liga a América do Sul à América Central, escolhido pelo Papa em 2016 para sediar esta Jornada Mundial de Juventude. Assim, Francisco retorna ao continente americano para encontrar novamente a juventude de todo o mundo depois de 2013 no Brasil, naquela que foi sua primeira JMJ.

O pequeno país com pouco mais de quatro milhões de habitantes, 88% dos quais declaram-se católicos, preparou-se para receber o Papa Francisco e os milhares de jovens de várias partes do mundo. Há bandeiras de JMJ, do Panamá e do Vaticano espalhadas pela cidade, e ainda obras em andamento. O evento contou com total apoio do governo panamenho. O assunto domina os noticiários.

O clima que se percebe nas ruas é de alegria e expectativa, com grupos de jovens vestindo a camiseta da JMJ e bandeiras de seus respectivos países e muitos com instrumentos musicais. Muitos destes jovens vieram da Costa Rica onde participaram da Semana Missionária. A escolha do Papa Francisco permitiu que um maior número de centro-americanos e do norte da América do Sul participassem desta Jornada, o que é perceptível pela quantidade de grupos vindos de El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, Venezuela e Colômbia. Se facilitou para os americanos por janeiro ser período de férias, dificultou um pouco para os europeus que estão em pleno período de aulas. Os poloneses são o grupo mais numeroso, com 7.500 jovens, seguidos pelos italianos, com 1.500.

Na capital vivem quase 1 milhão e oitocentos mil habitantes. O trânsito está caótico, fato agravado pelos bloqueios nas áreas por onde o Papa Francisco passará e que acolherão os grandes eventos. Altos prédios com arquitetura moderna e arrojada dominam a paisagem. Mas uma das atrações é o Casco Antiguo, ou Panamá Viejo, onde está o centro histórico tombado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Nesta “segunda cidade do Panamá” estão igrejas e monumentos históricos que remontam à época colonial. Na segunda-feira, justamente um dos programas dos jovens foi explorar este espaço.

Mas eles também se dirigiram em grande número para outra atração e principal fonte da economia do país – ao lado das atividades internacionais bancárias: o Canal do Panamá, que liga o Oceano Atlântico ao Pacifico, sendo a rota por excelência da navegação comercial.

Para ver a importância estratégica da localização geográfica do Panamá, basta recordar que foi fundado em 1519 como base para as expedições ao Império Inca, tornando-se a rota de passagem do ouro e da prata que os espanhóis extraíam da América do Sul. No ano de 1671, a cidade foi incendiada por piratas, sendo completamente destruída e reconstruída 8 km mais longe da cidade original.

Em 1821 o Panamá ficou independente da Espanha unindo-se à República da Colômbia, da qual declarou-se independente em 13 de novembro de 1903. No mesmo ano, assinou com os Estados Unidos o tratado para a construção de um canal para a navegação transoceânica, que ficou pronto em 1914. Em 1977 foi assinado um novo tratado que previa a retirada dos estadunidenses da administração do canal até o ano 2000. Se por um lado perdeu os 300 milhões de dólares de financiamento anual, por outro com esta transferência, o Panamá pôde ficar com os recursos cobrados pelas travessias dos navios.

A Diocese de Santa Maria de Antigua foi fundada em 9 de setembro de 1513, com a Bula “Pastoralis Officii Debitum” do Papa Leão X. Foi a primeira na área do continente, tendo como primeiro bispo Dom Juan de Quevedo O.F.M. Atualmente o rebanho é de 1.727.000 católicos distribuídos em 94 paroquias. O arcebispo da Cidade do Panamá é Dom José Domingo Ulloa Mendieta.

A recordar, que São João Paulo II visitou o Panamá em março de 1983. O Papa Wojtyla que é um dos padroeiros desta JMJ, ao lado de Santa Rosa de Lima, São Oscar Romero, São João Bosco, São José Sanchez del Río, beata María Romero Meneses, São Juan Diego e São Martin de Porres.

Da Cidade do Panamá para a Rádio Vaticano – Jackson Erpen, via Vatican News

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Existe um caminho para a reconciliação? https://arquidiocesebotucatu.org.br/existe-um-caminho-para-a-reconciliacao.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/existe-um-caminho-para-a-reconciliacao.html#respond Mon, 21 Jan 2019 11:11:45 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50531 O post Existe um caminho para a reconciliação? apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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O que significa a reconciliação?

Pregar a reconciliação num mundo como o nosso, onde o rancor e a vingança vão ganhando espaço nos corações, é uma grande e difícil tarefa. Na maioria das vezes, o gosto é amargo, mas não é impossível! Reconciliação significa realizar um acordo entre as partes numa comum unidade e entendimento. Porém, o verbo grego tem uma força de expressão maior: indica a passagem de um estado para outro.

Apresento aqui duas formas de reconciliação: com Deus e com os irmãos (pai, mãe, filhos, amigos, cônjuges, vizinhos). A reconciliação com Deus é sempre necessária e urgente. Reconciliar-se com o Senhor é deixar-se fazer novamente amigo d’Ele, experimentar Sua misericórdia e deixar que Ele a exercite em nós!

Na verdade, todos nós necessitamos de misericórdia por causa das nossas grandes responsabilidades, assim como por causa da nossa fraqueza e miséria moral. Mal podemos dar três passos sem errar algum. Aprendamos a usar o caminho privilegiado da reconciliação, que é o sacramento da confissão, como sinal sagrado instituído por Cristo para perdoar os pecados mortais e para incrementar a graça santificante.

Também podemos falar a Deus quando nosso coração está pesado e sem motivação, quando estamos tristes ou preocupados. São atos simples que podem ser feitos em qualquer lugar e mantêm a nossa alma orientada para o Senhor. Eles nos preparam para uma boa e sincera recepção do sacramento da penitência.

A reconciliação com nossos irmãos é essencial. É a oração do Pai-Nosso: “Perdoai-nos assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Com certeza, não haveria verdadeira reconciliação com Deus se não houvesse um perdão sincero pelas faltas dos nossos próximos. Olhando para a parábola do Filho Pródigo (cf. Lc 15, 1ss), a atitude do filho mais velho é altamente significativa. Ele também tinha necessidade de se reconciliar com o coração de seu pai. Apesar de estar fisicamente próximo, espiritualmente estava muito longe e precisava da misericórdia do Pai.

Podemos dizer que o filho mais velho descobre a misericórdia do Pai vendo a misericórdia deste para com seu irmão. Faz-se, por assim dizer, participante da misericórdia do Pai.

Se hoje você enfrenta esse grande desafio interior de perdoar, creia e dê o passo. Perdoar e reconciliar-se é experimentar um pouco de Deus, é sentir o gosto bom da presença d’Ele em nós! É a sensação de vitória, de bem-estar por ter vencido um obstáculo. É vivência de uma obra nova dentro de nós.

Tenha a disposição interior de perdoar e, depois disso, dê um passo, faça um gesto concreto.

Perdoar é libertação para o coração, para a alma. Não tenha medo!

Por Paulo Victor e Letícia Dias, via Canção Nova

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Fachadas da Basílica de Aparecida serão revestidas com passagens bíblicas https://arquidiocesebotucatu.org.br/fachadas-da-basilica-de-aparecida-serao-revestidas-com-passagens-biblicas.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/fachadas-da-basilica-de-aparecida-serao-revestidas-com-passagens-biblicas.html#respond Mon, 21 Jan 2019 11:07:27 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50527 O post Fachadas da Basílica de Aparecida serão revestidas com passagens bíblicas apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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O Santuário Nacional de Aparecida informou que, neste ano de 2019, juntamente com os Missionários Redentoristas, dará início a um novo projeto: o revestimento das fachadas externas da Basílica com passagens bíblicas.

O projeto foi estudado há cerca de dois anos pela administração do templo e será executado por Padre Marko Rupnik, artista sacro, teólogo e escritor. Para a obra, o religioso utilizará a técnica dos mosaicos, uma de suas marcas registradas.

O jesuíta é diretor do Centro Aletti, em Roma, e já realizou vários trabalhos de mosaicos pelo mundo, incluindo o revestimento artístico na Capela Redemptoris Mater do Palácio Apostólico, no Vaticano, além de obras para os Santuários de Lourdes, na França, de Fátima, em Portugal, de São Pio de Pietrelcina, na Itália, entre outros.

Segundo a administração da Basílica de Aparecida, a durabilidade, beleza, fácil manutenção e a tradição na utilização das peças foram elementos fundamentais na escolha do mosaico para compor as fachadas. O material é utilizado há centenas de anos nas catedrais, basílicas e igrejas do Oriente ao Ocidente.

A ideia, explicam, é “transformar as fachadas da Basílica da Padroeira do Brasil na maior bíblia a céu aberto do mundo”. Para isso, em cada uma das quatro naves do templo será representado um trecho da Sagrada Escritura.

A previsão é de que a obra comece oficialmente em julho deste ano, com o início do revestimento pela nave norte, onde será retratado o Êxodo. O livro bíblico retrata a libertação do povo judeu do Egito, guiados por Moisés.

Com a conclusão da face norte, as outras três naves também receberão a aplicação dos mosaicos. Na parte oeste, local em que o sol nasce, será retratado o livro dos Gênesis, com a criação do mundo. Na ala sul, em contraste com a nave norte, a Páscoa de Cristo será representada pela ressurreição de Jesus. Já na fachada leste, onde o sol se põe, a arte vai representar o livro do Apocalipse, com a vinda definitiva de Jesus.

Além disso, o Santuário de Aparecida informou que, baseado nesta obra, também iniciou um projeto de evangelização junto aos devotos da Padroeira do Brasil.

Intitulada Jornada Bíblica, a iniciativa fornecerá materiais para círculos bíblicos por meio dos diversos meios de comunicação ligados à Basílica. A ideia é aprofundar o conhecimento no livro sagrado dos cristãos por meio das passagens bíblicas que serão apresentadas nas fachadas do maior templo mariano do mundo.

Mensalmente, os materiais serão enviados para os participantes da Família Campanha dos Devotos, responsável por manter o projeto por meio da Revista de Aparecida e as revistas Devotos Mirins e Jovens de Maria.

Além disso, na programação da Rádio e TV Aparecida, estão programados momentos de estudo da Bíblia com o público. Já pelo A12 será possível estender a pesquisa por meio de infográficos e materiais pensados especialmente para o projeto.

Via ACI Digital

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Farrell: JMJ no Panamá será o começo de uma mudança na Igreja https://arquidiocesebotucatu.org.br/farrell-jmj-no-panama-sera-o-comeco-de-uma-mudanca-na-igreja.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/farrell-jmj-no-panama-sera-o-comeco-de-uma-mudanca-na-igreja.html#respond Mon, 21 Jan 2019 11:00:24 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50523 O post Farrell: JMJ no Panamá será o começo de uma mudança na Igreja apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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“Os jovens são uma inspiração para a Igreja: os idosos podem ter muita experiência e conhecimento, mas a coragem, o entusiasmo, o desejo de sair e fazer alguma coisa, pertence à natureza dos jovens, que amam os desafios”. Foi o que afirmou o cardeal Kevin Farrell, prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, em uma entrevista em vídeo sobre a iminente Jornada Mundial da Juventude no Panamá.

A continuação do Sínodo da Juventude

No vídeo – publicado no canal youtube do Dicastério e visível em inglês neste link – o cardeal Farrell sublinhou que o encontro do Papa com os jovens da próxima semana será “a continuação do que aconteceu no Sínodo” em outubro passado.

“Esta JMJ é o início de uma mudança na Igreja”, explica ele. A experiência do Sínodo, os intercâmbios e a partilha entre jovens e bispos, desejada e exortada pelo próprio Papa Francisco, é de fato “mudança”, é “escutar a realidade, não aquela que eu tenho em mente”, afirma o cardeal, “mas aquela com os quais os jovens se deparam em suas vidas”.

Ouvir os jovens

Para o cardeal Farrell, “escutar, escutar a todos” é o caminho a ser seguido, em particular, é preciso ouvir “os jovens, sem impor nosso jeito de ser. Certamente, devemos indicar algumas diretrizes, para a conduta moral, por exemplo, mas são eles que têm as ideias, sabem o que funciona e o que não funciona, o que atrai e o que não os atrai. Devemos ouvir, aprender “.

Dê energia em um mundo cansado

“Vivemos em um mundo cansado, não comunicamos mais, enquanto os jovens comunicam constantemente, produzem novas ideias”, reitera o cardeal. Certamente, há necessidade de “discernimento”, mas depois são os jovens “quem tem a energia, o desejo e a vontade de mudar”.

Aprender com os jovens da América Central

O prefeito então se concentrou em como a Jornada Mundial da Juventude no Panamá será uma inspiração não só para os jovens, mas para toda a Igreja, e sobre as lições que podem ser aprendidas dos povos da América Central.

“São pessoas de grande coragem. Pensamos às migrações: os jovens não querem mais viver com fome e violência, e buscam e encontram um lugar melhor. E quando o encontram, aprendem e são capazes de transformar suas vidas e própria sociedade. Esperamos aprender a sua vontade”, juntamente com o seu profundo senso de fé, que os faz viver muito unidos a Deus”, algo que não experimentamos em outras partes do mundo”.

Via Vatican News

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Papa no Angelus: “Entregar-se ao Senhor é viver na graça” https://arquidiocesebotucatu.org.br/papa-no-angelus-entregar-se-ao-senhor-e-viver-na-graca-2.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/papa-no-angelus-entregar-se-ao-senhor-e-viver-na-graca-2.html#respond Mon, 21 Jan 2019 10:45:21 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50519 O post Papa no Angelus: “Entregar-se ao Senhor é viver na graça” apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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Apesar do chuvoso domingo do inverno romano, o Papa atraiu à Praça São Pedro milhares de pessoas para ouvi-lo e rezar com ele a oração mariana do Angelus.

Ao meio-dia, Francisco apareceu na sacada de seu escritório e depois de cumprimentar os fiéis, fez uma reflexão sobre o início da missão pública de Jesus, que caracteriza o tempo litúrgico ‘comum’.

Bodas de Jesus com a humanidade

O Evangelho do dia narra o primeiro milagre de Jesus, seu primeiro ‘sinal’ – como diz o Evangelista João – que ocorreu nas bodas de Caná, na Galileia. E não foi um caso que tenha se realizado num matrimônio – explicou o Papa – porque naquela cerimônia, Deus se casou com a humanidade: esta é a Boa Notícia, mesmo se aqueles que o convidaram ainda não sabiam que o Filho de Deus estava sentado à sua mesa e que o verdadeiro esposo era Ele.

“De fato, todo o mistério do sinal de Caná se baseia na presença deste divino esposo que começa a revelar-se. Jesus se manifesta como esposo do povo de Deus, anunciado pelos profetas, e nos revela a profundidade da relação que nos une a Ele”

“É uma nova Aliança de amor”

O Papa prosseguiu com o relato da festa, que justamente quando estava no auge, o vinho acabou! Percebendo, Maria disse ao Filho: “Eles não têm mais vinho”. A água é necessária para viver, mas o vinho exprime a abundância do banquete e a alegria da festa. Como é possível celebrar as núpcias e fazer festa se falta aquilo que os profetas indicavam como um elemento típico do banquete messiânico?

Jesus transforma a água em vinho

Jesus então disse aos serventes: “Enchei as ânforas de água. E as encheram até a borda. Disse-lhes novamente: “Agora tomai algumas e levai-as àquele que dirige o banquete”. Maria se dirige aos empregados e suas palavras coroam o quadro esponsal de Caná: “Façam o que Ele lhes disser”.

Maria – recordou o Papa – nos repete hoje a mesma coisa: “Tudo o que Ele lhes disser, façam-no”. Suas palavras são um legado precioso que a nossa Mãe nos deixou.

Maria confia nas palavras do Mestre e intercede por nós

“Servir o Senhor significa escutar e pôr em prática a sua palavra. É a recomendação simples e essencial da Mãe de Jesus, é o programa de vida do cristão. Para cada um de nós, beber daquela ânfora equivale a entregar-se à Palavra e aos Sacramentos para experimentar a graça de Deus em nossa vida”.

Terminando, o Papa improvisou algumas palavras, destacando uma experiência que certamente muitos já tiveram na vida:

“Quando estamos em situações difíceis, quando surgem problemas que não sabemos como resolver, quando muitas vezes sentimos ansiedade e angústia, quando nos falta alegria, vamos a Maria e digamos: “Não temos vinho. O vinho acabou: olha como eu estou; olha para o meu coração, olha para a minha alma”. Digam-no à mãe. E ela irá a Jesus e dirá: “Olha ele, olha ela: eles não têm vinho”. depois, ela virá a nós e dirá: “Tudo o que ele te disser, faça-o”.

Via Vatican News

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“O clima da Jornada é uma coisa de outro mundo”, diz jovem brasileiro https://arquidiocesebotucatu.org.br/o-clima-da-jornada-e-uma-coisa-de-outro-mundo-diz-jovem-brasileiro.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/o-clima-da-jornada-e-uma-coisa-de-outro-mundo-diz-jovem-brasileiro.html#respond Sun, 20 Jan 2019 20:07:09 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50516 O post “O clima da Jornada é uma coisa de outro mundo”, diz jovem brasileiro apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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“Tem coisas que só acontecem em uma Jornada, não tem como ter a experiência em outro lugar. Dentro dela tu sente que não está sozinho e tem milhões de jovens que não têm vergonha de mostrar que estão felizes e que estão ali para lutar por um mundo com mais paz, amor e fraternidade”, afirma um jovem brasileiro que participou da Jornada no Rio e Cracóvia e prepara-se agora para o Panamá.

Depois de participar de duas Jornadas, o que mais eu encontrei nelas foi a união entre os jovens de diversos países e culturas. O clima de uma Jornada é uma coisa de outro mundo. Todos os jovens unidos em um mesmo lugar, com um mesmo objetivo, que é dizer para o mundo: “Eu sou um jovem católico”. Tem coisas que só acontecem em uma Jornada, não tem como ter a experiência em outro lugar. Dentro dela tu sente que não está sozinho e tem milhões de jovens que não têm vergonha de mostrar que estão felizes e que estão ali para lutar por um mundo com mais paz, amor e fraternidade”.

Se para muitos jovens a Jornada Mundial da Juventude no Panamá será a primeira, para milhares de outros será a continuação de uma experiência que deixou marcas profundas e os colocou em uma dimensão bem mais ampla da vivência da fé, como acabou de nos contar o Diego Chemello Müller, de 26 anos, natural de Porto Alegre (RS), engenheiro químico, engenheiro de alimentos e atuante no Ministério de Música na Paróquia São Martinho. As noites quem sabe mal dormidas, por vezes a falta de orientação e tantas outras situações inerentes a um evento deste porte não o assustaram, antes pelo contrário, foram uma oportunidade de crescimento:

Muitas vezes eu e meus amigos encontramos algumas dificuldades nas Jornadas, como se localizar numa cidade nova e saber para onde ir, mas a partir destas dificuldades que nós crescemos juntos como amigos e comunidade. Agora é impossível não ter vontade de ir numa próxima edição de uma Jornada depois de todas as coisas que a gente passou.

O fato de a Jornada de 2013 ser realizada no Brasil, havia motivado o Diego para participar pela primeira vez, junto com um grupo de jovens da comunidade. A Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora visitaram a Paróquia e em seguida chegaram os argentinos. Oportunidade para novas amizades e atividades sociais e caritativas em conjunto:

“... E com todo este aquecimento, não tinha como não estar motivado para ir ao Rio de Janeiro e conhecer o Papa Francisco pela primeira vez, já que ele tinha apenas quatro meses de Pontificado na época, e provavelmente estava tão ansioso quanto a gente para ir numa Jornada pela primeira vez como Papa”.

Mas, o que mais o marcou nesta Jornada no Rio de Janeiro e na de Cracóvia, em 2016?

São muitas recordações que eu tenho das Jornadas anteriores. No Rio de Janeiro, por exemplo, o que mais me marcou foi ver a Praia de Copacabana completamente lotada de jovens de uma ponta a outra. Foram aproximadamente 3 milhões de jovens em uma praia fazendo Adoração junto com o Papa, em silêncio, e participando da Missa de Envio. Nem no carnaval e no reveillon tu encontra tanta gente na Praia de Copacabana. Foi o maior público que o Rio de Janeiro já tinha recebido na história.

Bom, e na Jornada de Cracóvia, um dos momentos que mais me marcou foi quando a gente estava chegando na cidade de ônibus e teve um bloqueio na estrada. Daí a gente teve que ficar um tempo num posto de gasolina. Lá nosso grupo desceu e a gente encontrou dez italianos que estavam parados ali também esperando para continuar a viagem e nós fomos conversar com eles e eu fui pedi emprestado o violão que eles tinham. Aí a gente fez uma roda e eu fiquei no meio junto com outros amigos brasileiros, daí eu comecei a tocar várias músicas católicas bem conhecidas aqui no Brasil, mas que os italianos nunca tinham ouvido. E a gente começou com este grupo pequeno, mas não demorou muito e outros ônibus foram parando, e quando a gente viu, a gente estava no meio de uma roda com mais de 200 jovens ao redor pulando e dançando. Para mim foi um momento inesquecível como ministro de música e eu vou levar isto sempre comigo”.

Depois do Rio de Janeiro e Cracóvia, o Diego prepara-se agora para o Panamá:

“A minha expectativa para a próxima Jornada está muito grande. Eu vou poder rever vários amigos que eu fiz nas Jornadas anteriores e estar junto com o Papa de novo. Minha impressão do Panamá é de um lugar muito acolhedor, com um povo bem fervoroso, animado, com o espírito pegando fogo. Nós da América Latina…a gente tem esta característica bem forte, e já é assim  no Brasil, como foi em 2013 acho que um país de língua espanhola, a união de outros países latinos vai ser ainda maior, porque o Papa vai poder falar na língua nativa dele e vai estar muito mais à vontade para passar os ensinamentos e se comunicar conosco”.

Fonte: vaticannews

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Naufrágios no Mediterrâneo. Papa: “Migrantes buscavam apenas um futuro” https://arquidiocesebotucatu.org.br/naufragios-no-mediterraneo-papa-migrantes-buscavam-apenas-um-futuro.html https://arquidiocesebotucatu.org.br/naufragios-no-mediterraneo-papa-migrantes-buscavam-apenas-um-futuro.html#respond Sun, 20 Jan 2019 20:03:44 +0000 https://arquidiocesebotucatu.org.br/?p=50513 O post Naufrágios no Mediterrâneo. Papa: “Migrantes buscavam apenas um futuro” apareceu primeiro em Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu - SP.

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Em dois naufrágios, 170 pessoas perderam a vida nos últimos dias (ANSA)

 

Na Praça São Pedro, Francisco rezou o ‘Ave Maria’ pelos mortos e por aqueles que têm responsabilidade pelo que aconteceu.

Depois de rezar o Angelus e conceder a bênção a todos os presentes na Praça São Pedro, o Papa Francisco revelou ter duas grandes dores no seu coração. E uma delas – disse – é o Mar Mediterrâneo.

“Penso nas 170 vítimas de naufrágios no Mediterrâneo. Estas pessoas procuravam futuro para suas vidas. Vítimas, talvez, de traficantes de seres humanos. Rezemos por elas e por aqueles que têm responsabilidade pelo que aconteceu” – pediu Francisco, antes de rezar a Ave Maria.

Nas últimas horas, registraram-se dois naufrágios: ao largo da Líbia, 117 pessoas, incluindo mulheres e crianças, morreram afogadas; enquanto 53 migrantes perderam a vida no Mar de Alboran, entre a Espanha e o Marrocos.

Fonte: vaticannews

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